Os descendentes dos 51 requerentes, não incluídos no processo agendado (n° 7.431) e todos os demais descendentes de Francesco e Justina, residentes em qualquer parte do Brasil, poderão requerer a cidadania italiana DEPOIS da homologação deste processo, mediante solicitação ao Consulado de PoA, apenas comprovando sua descendência. BEM VINDO E BOM PROVEITO! - - - - - > No espaço em branco abaixo, pode pesquisar o que lhe interessa!
Pesquisar este blog
Marcadores
sexta-feira, 27 de junho de 2008
CIDADANIA ITALIANA 03
Os descendentes dos 51 requerentes, não incluídos no processo agendado (n° 7.431) e todos os demais descendentes de Francesco e Justina, residentes em qualquer parte do Brasil, poderão requerer a cidadania italiana DEPOIS da homologação deste processo, mediante solicitação ao Consulado de PoA, apenas comprovando sua descendência. sábado, 21 de junho de 2008
CIDADANIA ITALIANA, 02
O documento inicial, obtido na Itália, comprovando que Francesco era de naturalidade italiana, foi obtido nos registros do Exército da região de Treviso, que, na época, cadastrava todo o recém nascido masculino para contabilizar o possível efetivo de guerra na defesa contra as invasões princialmente austríacas. Os nomes estão registrados com a exata grafia como acima aparecem. E tornou possível requerer a cidadania
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Deduções oriundas de João XIII, De Nardi
01 - Antes de tudo é preciso confirmar se tem mesmo fundamento o sobrenome De Nardi atribuído a João XIII, com pesquisas no Vaticano e outras fontes históricas igualmente sérias.
02 - Depois é preciso saber como foi inserida, e quem divulgou pela primeira vez, a listagem dos papas, contendo este sobrenome no registro civil de João XIII, pois que não consta nas listas antigas dos livros de História da Igreja pesquisados. Estas só informam que ele era da família dos Conti di Túsculo. Que, aliás, interferiu na escolha de uma dúzia de papas, aparentados ou amigos.
03 - Por terceiro, caso se confirme a veracidade deste sobrenome atribuído a João XIII, é importante pesquisar a história da família Crescêncio da nobreza romana, à qual pertencia o cônsul seu pai, para verificar se, na época, fez parte dela um segmento de sobrenome De Nardi.
04 - Em caso positivo, ainda sobra uma séria questão a ser esclarecida. Visto que a esmagadora maioria dos D N que emigraram para outros paízes no final do século 19 e os atuais D N italianos não são originários de romanos nobres, como o papa em apreço, e sim do norte italiano vêneto (especialmente de Treviso, Belluno, Feltre, Friule...), é preciso saber se a origem dele era vêneta, e não o contrário, sendo então os D N vênetos de origem romana!
04 - Confirmadas estas premissas pode-se, então, deduzir, admitir e alegrar-se com esta grande antiguidade da existência do sobrenome De Nardi, assim grafado: com D maiúsculo e em separado. Neste caso seria confirmada a tradição oral, recebida dos antepassados, segundo a qual De Nardi é de origem nobre. Pois o D maiúsculo nos sobrenomes indicava a origem nobre das famílias, diziam.
05 - Não vem ao caso, termos uma certeza, feliz ou constrangedora, a respeito da biografia do ancestral pesquisado, sobre suas virtudes religiosas ou crueldades civis. Não esqueçamos que papas e bispos de então podiam ser a um mesmo tempo, conforme a circunstância política o permitisse, papa e mandatário civil como, de fato, o foi João XIII e anteriormente o havia sido também Otaviano, que adotara o nome de João XII.
maio de 2008, ndn
sábado, 17 de maio de 2008
Papa João XIII, De Nardi

JOÃO XIII
Com a morte de Leão VIII, antipapa indicado pelo imperador (rei) Otão I, da Alemanha, o mesmo propôs para Papa o bispo De Nardi, que tomou o nome de João XIII e dirigiu a Igreja de primeiro de outubro de 965 até 6 de setembro de 972, por quase 7 anos.
João XIII, nascido * 920, era filho de Teodora II e do cônsul João Crescêncio, nobre romano. O imperador esperava contentar os romanos com essa escolha. Os romanos, porém, no ano 966, em guerra civil, expulsaram João XIII e o prenderam no Castelo Santo Ângelo.
Pela terceira vez, Otão I dirigiu-se a Roma, à testa de um batalhão armado. Os romanos, atemorizados, restituíram os direitos de João XIII e deram obediência às milícias de Pandolfo de Cápua e outros senhores feudais, fiés ao imperador.
Mas, por esta revolta dos romanos contra as ordens do imperador germânico, Otão I vingou-se asperamente. Ao prefeito de Roma, Pedro, lhe foi cortada a barba, em sinal da perda da autoridade. Foi suspenso pelos cabelos à estátua eqüestre de Marco Aurélio, posto a ignominiosa cerimônia e, finalmente, enviado para o exílio. Os chefes dos soldados romanos foram enforcados e os restos mortais dos principais revoltosos foram lançados às imundícies.
Portanto, não é séria a notícia dos vários sítios do Google informando que o próprio João XIII teria comandado tal vingança, embora seja certo que “após esses acontecimentos João XIII pôde reinar tranquilamente como papa e rei dos romanos”, como o fizera anteriormente (Otaviano) João XII, seu segundo primo.
Em abril do ano 967, Otão I restituía também Ravena à autoridade do papa, que até então obedecia ao arcebispo feudatário dessa região italiana.
Aos 25 de dezembro (natal) de 967, João XIII coroou como imperador o filho de Otão I, de doze anos de idade, com o nome de Otão II, e em abril do ano 971 celebrou o matrimônio dele, tendo dezesseis anos de idade, com a princesa Teofanó, coroando-a imperatriz. Assim o império romano ficou divido em duas partes, entre pai e filho.
Pela interferência dos imperadores bizantinos, germânicos e romanos, reis, nobreza e clero torna-se um tanto obscura a vida ativa dos papas, sujeitos a todos os vexames da tirania, da ignorância religiosa e da ambição inescrupulosa durante a Idade Média.
Somente a Divina Providência podia zelar pela sua Igreja. Existe tamanha confusão de datas, nomes e dados históricos que o historiador, por mais perspicaz que seja, teme afirmar atos acertados ou erros cometidos pelos papas, bispos e clero.
João XIII faleceu pacificamente, (e não assassinado torpemente, como divulgam alguns sítios do Google). Até aqui a pesquisa do Pe. Alcindo.
Ajudou a difundir o cristianismo na Polônia e na Boêmia com a ajuda do exército imperial e introduziu o uso de abençoar e dar um nome aos sinos. O papa de número 134 faleceu em Roma e foi sucedido por Benedito VI (973-974).
Para os interessados no Arquivo D N encontr-se a pesquisa amplamente desenvolvida.
segunda-feira, 5 de maio de 2008
QUASE BODAS DE PLATINA
domingo, 27 de abril de 2008
JOVEM CENTENÁRIO
No próximo dia 18 de maio de 2008, em Pinheiro Preto, SC, José Denardi, após celebrar 75 anos de vida conjugal com Maria Brunetta Longo, agora viúvo, completará lúcidos 100 anos de fecunda existência. Não há notícias de que, no Brasil, algum denardi tenha alcançado tão longeva idade. Ao nono Beppi, pai de Antônio Santo, Arlindo, Pedro, Vicente, Luiz, Nelson Roque, Gema, Remi, Enory Fernandes, Maria Marta, Vilmar Camilo e Francisco Primo, nossa homenagem e felicitações. quarta-feira, 19 de março de 2008
OS DE NARDI NO MUNDO
REVISTA AMERICANA “TIME” - Número 073475 – ano 1998
Há incontáveis DE NARDI pelo mundo todo. O livro apresenta uma relação de nomes, com endereços, distribuídos em 8 países . Segundo esta publicação
Na Itália, havia 289 famílias relacionadas. Em Vittorio Veneto =170; em Milano = 57; em Cecilia = 14; em Conegliano = 33; em Cinisello Balsano = 4; em Brugnera = 11; em Treviso = 17; em Barlassina = 3; em Nave Fontanafredda = 11. E há em outras cidades.
Nos EUA foram relacionadas 86 famílias, na França 37, na Austrália 18, no Canadá 13, na Suíça 9, na Inglaterra 6 e no Brasil apenas uma.
Existem DN em 45 localidades na Itália, 24 nos EUA, 22 na França, 4 na Austrália, 3 no Canadá, 5 na Suíça e 3 na Inglaterra.
Em novembro-2002, pela internet, www.paginasamarillas.com.ar encontram-se nas várias grafias (D N, Dn, com final in e is): 51 no Canadá e na Suíça 64.
“Usando sofisticada rede de computadores conectados, na Europa, América do Norte, Austrália e África, foram vistos mais de 160 milhões de nomes e endereços, na procura e localização dos domicílios dos Denardi, incluindo listas eleitorais, telefônicas, municipais e numerosas publicações de listas de sobrenomes” ( pg. 6.2 do livro). No livro constam país, estado, nome, endereço e código postal de cada um.
Segundo o livro, foi respeitada a privacidade dos que não quiseram ter seu nome divulgado. Os autores calcularam que a população mundial dos DN, em 1998, era em torno de 2837 domicílios, nas áreas abrangidas pela sua pesquisa, que não inclui a América Latina.
Quem quiser mais informações a respeito da obra, entre em contato com Arquivo DN ou com Edgar Dn, 0..51 664 25 76. Ele é o único relacionado na listagem, que também concedeu uma cópia do livro para o Arquivo DN.
Obviamente, faltam muitos, devido à alegada privacidade e ao caráter claramente comercial da publicação, na qual só constam os que pagam a quantia estipulada. Na época, era de $ 60,00 (dólares).
Fonte – exemplar da TIME, no Arquivo DN.
DE NARDI NA ITÁLIA 1
Faça duplo clique sobre as fotos para aumentá-las.A ITÁLIA possuía 96 Províncias, que no Brasil conhecemos como Estados. Geograficamente muito menores do que os nossos, é claro.
Foram comparadas apenas 27 províncias. 25 localizadas no norte, donde vieram quase todos os D N brasileiros. Napoli, no sul, porque um imigrante Di Nardi proveio de lá para o Paraná, fixando-se em seguida em Ribeirão Preto-Sp. Também Roma e Milão por serem cidades pólo.
Somente nestas províncias constam como utenti (usuários) de telefone 840 De Nardi e 31 Denardi, em 180 diferentes municípios. Em Napoli havia 6 De Nardis e 22 Di Nardi, em 13 municípios.
Na província de TREVISO havia 583 De Nardi e apenas 2 Denardi, disseminados em 61 municípios, incluído Vittorio Veneto, no extremo norte da província, que é provavelmente o berço inicial do nome e da família.
No município de Vittorio Veneto havia 235 De Nardi usuários de telefone, enquanto que nos demais 60 municípios de Treviso somavam apenas 348.
Sempre considerando tão só as 27 províncias aludidas, D N escrito unido e separado, havia: em Belluno 21 utenti (usuários), em Bergamo 4, em Bologna 3, em Bolzano 14+2, em Brescia 1, em Como 9, em Ferrara 1, em Firenze 4, em Genova 10, em MILANO 49+7, em Modena 2, em Napli 6+2 De Nardis e +11 Di Nardi, em Novara 3, em Padova 10+1, em Pisa 1, em ROMA 14, em Rovigo...+3, em Salermo 5, em Torino 17+10, em Trento 2+15, em TREVISO 583+2, em Trieste 3, em Udine 7+4, em Varese 3, em Venezia 30, em Verona 21 e em Vicenza 17utenti.
Denardi escrito unido é expressivo somente em Trento e Milano. Em Rovigo só existe unido. Deve ter havido alguma razão histórica local.
É hipótese mais segura concluir que o sobrenome originário de toda a família, de fato, é De Nardi, uma vez que com tal grafia se espalhou pela Itália e pelo mundo.
Além do mais, é freqüente no Brasil, que irmãos, tendo os mesmos pais, ou sendo primos e parentes originários de um tronco comum, uns assinem De Nardi e outros Denardi. Tal acontece entre os próprios filhos do Nanni.
Eles e seus descendentes escrevem separado. Porém, Aldo ao casar, registrou-se unido, e seus filhos e descendentes todos foram registrados, escrevem, e assinam Denardi unido.
Fonte – Arquivo DN.
DE NARDI NA ITÁLIA 2

Além das 27 províncias analisadas anteriormente existem mais 10 onde há De Nardi na Itália. Portanto são 40 ao todo, entre as 96 existentes.
Porém nestas 10 há apenas 11 De Nardi e somente 2 Denardi. São elas Alessandria 1, Ancona 1, Ascoli 1, Imperia 2, La spezia 2, Livorno 1Dn, Massa Carrara 2, Messina 1Dn, Pavia 1 e Reggio di Calábria 1.
Obtem-se informações e contatos, pela internet, além dos endereços já indicados, pelos seguintes outros (links):
www.cidadaniaitaliana.org onde se pode encontrar referências abundantes de assuntos relacionados à vida italiana no Brasil e na Itália. É de PoA.
www.provincia.treviso.it pelo qual é possível pesquisar qualquer município desta província e todos eles têm seus endereços eletrônicos com abundantes informações históricas, de serviços públicos e notícias recentes.
www.comuni.it é outro endereço que abre o portal de todos os municípios de qualquer província da Itália. Lembre-se, comuni quer dizer municípios.
O site de Vittorio Veneto de Treviso apresenta todos os correios eletrônicos (e-mails) das repartições municiapis, bom como serviços, notícias, mapa, histórico da cidade e fotos de locais donde proveio Usgualdo e Catharina, que viviam na cidade onde hoje está o Lago Morto, em Fadalto basso.
O e-mail principal é info@comune.vittorio-veneto.tv.it Por ele se obtém informações gerais. É só escrever.
www.cidadaniaitaliana.org da Associação Cultural Italiana de PoA (0..3217 23 56 ou 32 24 82 03), informa e mantém muitos serviços ótimos para os interessados. Indica vários links (endereços com assuntos afins) como o abaixo indicado. Estes, por sua vez, indicam outros links úteis. Do indicado link estrangeiro GENS foram obtidos os mapas apontando os “de nardi”, segundo as várias grafias existentes:
Há os De Nardi, Denardi, De Nardin, De Nardis, De Nardo, Denardo, Di Nardi, Dinardi. E há a outra vertente dos Nardi, Nardin, Nardini, Nardo e Nardon.
O site, escrito também www.genev.it , é muito bem feito. Mostra em 3 mapas diferentes (o físico, por regiões e por rovíncias) os ”de nardi” atuais, da Itália e dos EUA.
Segundo os autores, “O projeto GENS nasceu da iniciativa e experiência de uma equipe de Humanidades da Universidade de Gênova-It, especializada em histoestatística, captação de arquivo e organização bibliotecária”.
DE NARDI NA FRANÇA
A FRANÇA acolheu uma penca de DN, certamente a partir da época da grande emigração italiana do final do século 19 (1870-1900), quando eles partiram pelo mundo afora, incluindo o Brasil. Em todos os 22 départements ou régions (Estados) francesas há boa representação de DN, na lista telefônica.
A concentração maior atual, com certeza resultante daquela época, situa-se nas fronteiras com a Itália, na Provence-Alpes-Cote d’azur, Rhone-Alpes, depois com as badaladas praias do mar mediterrâneo e, em seqüência, com a Espanha, na Aquitaine. Há também um grande grupo em Ile-de-France, geograficamente distante dos anteriores, como os de Aquitaine. Os dois podem ser originários de troncos italianos diversos.
A grande maioria dos DN franceses estão longe de Paris, e os DN argentinos ao contrário são mais numerosos em torno de Buenos Aires.
Foi acessada a palavra De Nardi e a resposta que antecede os nomes é sempre a quantidade de usuários com ortografia exata. É a quantidade de cada département, que abaixo aparece:
Alsace 2
Auvergne 4
Haute-Normandie 6
Ile-de-France 49
Languedoc-Roussilon 5
Lorraine 32
Midi-Pyrinnes 71
Nord-pas-de-Calais 6
Pays-de-Loire 4
Picardie 5
Poitou-Charentes 6
Provence-Alpes-Cote d’Azur 27
Mas em seguida, sempre constam outras quantidades com ortografia aproximada. E são tão numerosas quanto as de ortografia exata. Tais são: Denardi, Denardie, Di-Nardis, Di Nardis, De Nardis, Di Nardi, De Nardy e principalmente Nardi. Esta última versão Nardi, muitas vezes, logo de início, é dada como sendo ortografia exata, respondendo à palavra De Nardi, solicitada para a pesquisa. Qual seria o motivo ?
* Vamos, então, perguntar-nos: mas afinal como, onde e quando começou este sobrenome ? Qual seria o exato lá nas origens? = Chi lo sà?
Arquivo DN.
DE NARDI NA ARGENTINA
em 2001, havia na ARGENTINA 155 números de telefone com sobrenome DN, unido e separado e com terminações variadas: De Nardi, Denardi, De Nardin, Denardin, De Nardis e Denardis.
Excluídas as terminações em in e is, embora possam ser ramificações da família DN, e considerando que uns dez proprietários possuíam dois telefones, sobravam, no entanto, 123 famílias De Nardi argentinas.
E também é preciso não esquecer as mulheres que são DN e que, ao casarem, assumiram o sobrenome do marido. Pela costumeira média social, serão seguramente outras 120. Assim, é provável que haja, pelo menos, 240 famílias De Nardi argentinas. Devia haver bem mais, na época, consideradas outras que não tinham telefone.
A grande parte reside na província de Buenos Aires: 40 De Nardi, 14 Denardi e 21 De Nardin ou De Nardis. Na capital havia 24 De Nardi e 4 Denardi. Na província de Córdoba havia 5 De Nardi, 20 Denardi e 1 Denardin. Na de Entre Rios havia 4 De Nardi e 13 Denardi. Em La Pampa havia 1 Denardi. Em Medonza havia 2 De Nardi. Em Santa Fé, 5 Denardi. E em Neuquén, 1 Denardi. Não havia em outras províncias, as mais distantes da capital.
Pois bem, no Livro dos De Nardi, da revista TIME, na edição acima mencionada, não consta nenhuma família Argentina.
Foram acessados outros países da América do Sul, onde poderia haver a probabilidade – embora remota - de existir algum DN, especialmente no Uruguai, por este situar-se entre os dois países que receberam grande quantidade deles: Brasil e Argentina. Nada foi encontrado.
Podia-se supor que no Chile também houvesse algum DN, por este país ter-se tornado conhecido produtor de vinhos, que provavelmente contou com a mão de imigrantes italianos. Hipótese mais remota ainda. Nada constou.
No Paraguai também não há DNs na lista telefônica.
No entanto, o que parece é que, pelo mundo afora, onde houve imigração de italianos do norte, sempre houve também algum DN. Compreende-se, ao verificar a quantidade deles disseminados pela Itália, nas regiões de maior emigração, conforme mostra a página seguinte.
Fonte – Arquivo DN
OS DE NARDI PIONEIROS NO BRASIL
Santuários antigo e novo de N Sra de Caravaggio, em Farroupilha, RSpara FARROUPILHA, Caravaggio, RS - em 1876-77.
DN 02 - USGUALDO D N e Catharina Mugnol, de Fadalto Basso.....-TREVISO
para FARROUPILHA, Caravaggio, RS - em 1878.
DN 03 - GIULIA D N e Pedro Mugnol, de Serravalle, Vittorio Vem..... -TREVISO
para FARROUPILHA, Caravaggio, RS – em 1879
DN 04 - GIOVANNI D N e Luzia..., depois Dorothea Colotto, de ..., ..- TREVISO
para Linha Camargo, Garibaldi, RS – em 1876-77
Nota – No livro Nanni e Lúcia Franceschet, à pg 6, não consta esta árvore.
DN 05 - VICENZO D N e Giuseppa Bisleri, de Servirola,..................- CREMONA
para BENTO GONÇALVES, RS - em 1877.
DN 06 - LUCIA DN e Antonio Chies, com Maria, Bortolo e Giovanni,
DN 07 - GIOVANNI MARIA D N e Giuseppa Francesca Basso, ....... -TREVISO
para JAGUARI, RS - em 1889-90.
DN 08 - ANTONIO D N e Giacoma Castagna, de ................................- ..
para SOLEDADE, RS - em ...
DN 09 - GIUSEPPE D N e Lúcia Dal ‘ Bò, e no Brasil, Cármen ... ,
de Vittorio V.....................................................................................-TREVISO
DN 10 - PIETRO D N e Vittoria . . . , de ... ......................................- ...
para URUGUAIANA, RS - em ...
DN 11 - GIOVANNI D N e Arcangela . . . , de ... ,............................- TREVISO
para SÃO CAETANO DO SUL, SP - em 1876-77.
DN 12 - GIOVANNI D N e Maria Checuzi, de Vittorio Veneto,........- TREVISO
para CERQUILHO, SP - em 1890 ?
DN 13 - GIUSEPPE NATALE D N e Amabile Arnosti, de ... ..........- ...
para RIO CLARO, Santa Gertrudes, SP - em ...
DN 14 - MARINO D N e Giuseppina Gatto, de Cuinto,................... - TREVISO
para SANTA CRUZ DAS PALMEIRAS, SP - em 1888.
DN 15 - GIUSEPPE DN e Domenica Biancon, de Quinto,................ - TREVISO
para JUNDIAÍ, RS - em 1888.
DN 16 - LUIGGI Di NARDI e Maria Massaro, de Caserna, .................- NAPOLI
para RIBEIRÃO PRETO, SP - em 1883.
DN 17 - VINCENZO D N e Philomena Del Puppo, de ...,................. - TREVISO
para ANCHIETA, ES - em 1877.
DN 18 - pais de PIETRO DN e ... , de ...,..........................................- TREVISO
para ITARANA + ITAGUAÇÚ, ES.
DN 19 - pais de AGOSTINO DN e ... , de ...,.....................................- TREVISO
para ITARANA = ITAGUAÇU, ES.
DN 20 - ANTONIO DE NARDO e Margherita Perin, de Cornuda ....- TREVISO
para ARARAS, SP – em 1887
DN 21 - ANTONIO DE NARDI e Tereza Momo, de...........................- TREVISO
DN = são os RAMOS dos De Nardi, ou Árvores Genealógicas.
As datas referem-se à chegada da família no Brasil.
Há muito ainda a ser pesquisado e coletado referente a cada árvore genealógica acima enumerada. Se vc souber algo a respeito de quem quer seja, e por pouco que seja, informe: e-mails neldena@uol.com.br ou marinesverona@hotmail.com ou familiadenardi@gmail.com ou por telefone: 0..54 3268 41 61 com Marinês ou 0..51 3626 43 63 com Nelson.
DE NARDI BRASILEIROS EM PESQUISA
A coleta de dados e a complementação de cada Árvore Genealógica, apresentada na página anterior, que iniciou em abril de 1998, vai continuando por meio do ARQUIVO DN, que está sob a coordenação da Marinês DN Verona. O arquivo já apresenta farto material em fichas, fotos e documentos, classificados em pastas, livro, disquetes e CD-ROM.
A experiência tem demonstrado que a riqueza de dados, recolhidos de cada Árvore, dependeu do interesse de um pequeno grupo, pertencente à mesma. Onde houve dois ou três que valorizaram esta iniciativa, sua Árvore registrou muitas informações e memórias.
Quando nada ainda fora publicado pelo arquivo, a numeração das Árvores foi sendo modificada, na tentativa de torná-la prática, tanto para os organizadores quanto para os futuros interessados e pesquisadores.
Acabou prevalecendo o critério da prioridade na descoberta de cada uma. Assim, a DN 1, foi a primeira Árvore Genealógica, e a DN 19 foi a última, que a pesquisa descobriu, até a época da publicação do livro, em fins de 2000. Em abril de 2002 foram gravadas 30 cópias de um primeiro CD-ROM, contendo quase todo o arquivo, para garantir sua segurança futura.
Entretanto, depois disto, foi verificado que há inumeráveis grupos de De Nardi, ainda não identificados, espalhados pelo Brasil, em vários Estados. Muitos destes serão originários de Árvores já numeradas no arquivo. Porém outros serão originários de Árvores ainda desconhecidas. Progressivamente, ao serem “descobertas”, receberão a numeração DN 20 em diante, sendo mantido o mesmo critério de prioridade na descoberta.
É impressionante, por exemplo, a quantidade de “denardi” existentes nas listas telefônicas, dos municípios circunvizinhos à Rodovia Anhangüera, entre Jundiaí e Ribeirão Preto-Sp, região onde os imigrantes e seus descendentes trabalharam duramente nas fazendas de café, hoje transformadas em imensas ondas verdes de cana de açúcar. Sua vaga notícia proveio dos vizinhos, já registrados nas Árvores do arquivo. Eles sabem de sua existência porém desconhecem as origens. Aparecem na lista, 16 em Rio Claro com 19 aparelhos, e 40 em Araras com 59 aparelhos. E há também em Campinas, Limeira, Leme, Americana e outras cidades vizinhas menores.
No Estado do Espírito Santo há muitos “denardi”, de prováveis diferentes Árvores, em diversos municípios, aguardando um recenseamento. Os contatos iniciais, além de insuficientes foram interrompidos. Todavia serão retomados.
Nomes, números de telefone, referências, ou informações, podem ser obtidas mediante consulta ao Arquivo DN. 0..54 3268 41 61 Marinês ou 0..51 3626 43 63 Nelson.
E cada um acreditávamos que só os de nossa Árvore teriam vindo da Itália !
PRODUÇÃO
- Organizado e mantido por Arquivo De Nardi
- Responsável - Marinês De Nardi Verona
- Colaboração Nelson D N e Lúcia Madeira D N