
Nota a respeito do Processo para obtenção da Cidadania Italiana para tranquilizar os 52 requerentes, todos descendentes de Francesco D N e Justina Menin (genealogia D N 02 do nosso Arquivo D N).BEM VINDO E BOM PROVEITO! - - - - - > No espaço em branco abaixo, pode pesquisar o que lhe interessa!

Nota a respeito do Processo para obtenção da Cidadania Italiana para tranquilizar os 52 requerentes, todos descendentes de Francesco D N e Justina Menin (genealogia D N 02 do nosso Arquivo D N).
Realmente houve engano nas informações. Acontece que entre os DN há vários Fredericos, de genealogias diversas. Este Frederico é da árvore genealógica D N 02, 9º filho de Ernesto e Santina Calza e neto de Osvaldo e Dosolina Dartora, originário de Dois Lajeados, RS. Não é o Frederico da genealogia de Sante e Cattarina Tonietto de Pinheiro Preto, SC, como havia sido publicado. Este FREDERICO, * 23.05.1950, engenheiro agrônomo, é residente em Caçador, SC. Casou com Rosa Elaine Porto do Amaral, * 11.08.60. Gerou DAVI FREDERICO, * 17.02.80; DANIEL, * 04.12.82; e MÁRCIA * 04.11.85, jornalista, a qual casou aos 19.02.2005 em Caçador, SC com Celso Lopes de Albuquerque Jr, * 20.10.1980 e gerou Kaline Dn Lopes de Albuquerque, * 08.08.2008, em Tubarão, SC.
No dia 27 de fevereiro de 2011, por volta das 20:00 horas, faleceu na localidade de São Marcos, distrito de Farroupilha, RS, vítima de acidente de trânsito, Adair Luis De Bona, com 28 anos de idade. Filho de Gelma De Nardi De Bona e Wilson de Bona, era casado com Deisimeri Volpato. Neto de Dalsi De Nardi e Dorina De Nardi, sobrinho de Marinês De Nardi Verona responsável pelo Arquivo De Nardi. .
ANGELO DN E MARIA SILVESTRI
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É ainda desconhecido o local de origem desta genealogia na Itália e também a data de sua chegada ao Brasil. Pelo que se deduz abaixo, comparando datas e a posição no registro, o casal inicial foi ANGELO DN e MARIA SILVESTRI e deve ter chegado por volta de 1878-1880 com as primeiras levas de imigrantes. Estabeleceu-se na Linha Silva Pinto, atual Pinto Bandeira, de Bento Gonçalves, RS. Os pais de Domenica Bertuol são Antonio Bertuol e Maria Bazei. GIACOMO DN casou com DOMENICA BERTUOL.
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A existência de GIACOMO DN veio à luz por um registro de nascimento inesperado, ao ser procurado o registro de João (Nanni), filho de Francesco, da árvore genealógica D N 02, no Cartório dos primeiros livros de Bento Gonçalves. Portanto ele teria nascido no Brasil.
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No Livro 17, à fl 28 v, sob o nº643, encontra-se o registro dele.
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A seguir, no mesmo Livro 17, à fl. 172 v, sob o n.643(?), está registrada sua filha ANTONIA JOANNA DN, * 24.06.1900, com os pais e avós acima referidos: pais Giacomo DN e Domenica Bertuol; avôs paternos Angelo DN e Maria Silvestri e avôs maternos Antonio Bertuol e Maria Bazei.
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Consta, porém, que Giacomo era italiano, lavrador e residente na Linha Silva Pinto, da Colônia Dona Isabel, mais tarde denominada Pinto Bandeira.
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Os descendentes dos D N de Linha Palmeiro desconheciam a existência desta família, apesar de tão próxima e de alguns terem sido até batizados na Paróquia desta vila, como de fato o foi Eugênio DN, irmão do Nanni. Livro de 1892, à fl. 30, sob o nº 45, no Arq do bispado de Caxias do Sul.
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Giacomo terá tido outros filhos antes e/ou depois de 1900, que podem prestar informações sobre esta sua descendência. Falta também descobri-los no Cart de BG e na Paróquia de Pinto Bandeira (cuja cópia se encontra no bispado de Caxias do Sul).
. LÚCIA DE NARDI, casada com ANTÔNIO CHIES, permaneceu na Itália em Vazzola, Conegliano, Treviso. Para o Brasil vieram três filhos seus, em 1884, que se estabeleceram em Estados diferentes. Os três vieram casados. Maria foi para Venda Nova do Imigrante, ES. Bortolo foi para uma fazenda de café em São Carlos, SP. E Giovanni viveu na Linha Amadèo de São Marcos, em Farroupilha, Rs.
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1.MARIA DN CHIES CALIMAN, * 1845, casou com Vincenzo Caliman,
*..1839, filho de Girolamo e Paola B. Marchi. Neto de Giovanni Maria e Elena Tonon e bisneto de Michielle, * 1695 e Orsola Dall’Ava, * 1698. Geraram 9 filhos :
Michiele Antonio, * 1862; Giuseppina, * 1869; Luigia, * 1874, Antonio, * 1875, Angela, * 1877, Angelo, * 1879, Rosa, * 1881, Pedro, * 1884 e Fioravante, * 1886.
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Dois faleceram quando crianças e sete lhes deram 84 netos, à média de 12 cada um.
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1 . Giuseppina, logo falecida, + em 1869, não teve filhos.
2 .Michielle Antonio, * 1862, casou com Teresa Breda, * 1874 e geraram Catarina, Genoveva, João, Henrico, Luiz, Francisco, Lúcia, Zelinda, Colombo, Carolina, Auzilia e Henriqueta. Em 1994 só Carolina ainda vivia, com 85 anos.
3 . Luigia, * 1874 e + com 5 anos.
4 .Antonio, * 1875, casou com Angelica Breda, * 1879 e geraram Vicente, Maria, Eliza, Tereza, Luiza, Eugênio, Amélia, Rosália, Ausília, Francisco, Pascoal, Cândida, Mônica e Leonila. Quatro faleceram com menos de 20 anos. Em 1994, ainda viviam, Luiza (89), Mônica (77) e Leonila (75).
5 . Ângela, * 1877, casou com Francesco Falchetto, * 1872 e geraram Joaquim, Rafael, Maria, Regina, Beatriz, Vicente, Dionígio, José, Marcelino, Evaristo e Zeferino (religioso). Em 1994 somente viviam os três últimos.
6 . Ângelo, * 1879, casou com Carolina Camata, * . . . e geraram Abel, Davi Josefina, Brígida(rel), José, Jeremias, Isaías, Remígio, Luiz, Regina(rel), Elias, Eliseu, Benjamim, Serafina(rel), Eugêmia e Ida. Em 1994 com certeza viviam Brígida, Remígio e Regina com 86, 80 e 84.
7 . Rosa, * 1881, casou com Liberal Zandonadi, * . . . e geraram Vicenti, Clínio, Máximo, Lidovina, Elizabet, Fiorentina(rel), Amélia(rel), Lucina, Terezinha, Libério(+ com 14 anos) e Maria. Em 1994, todos vivos exceto Vicenti e Clínio.
8 . Pedro, * 1884, casou com Pierina Caliman, * 1885 e geraram Vitorino(+ com 77), Romeo(+ com 48), Angelina(viva, com 81) e Ricardo(+ com 71), em 1994.
9 . Fioravante, * 1886, casou com Maria Carnielli, * 1895 e geraram Pe. Cleto, Ir. Anita, Pedro, Domingos, Jordelina, Lúcia, Ir. Vitória, Pe. Leandro, Clementino, Agostinho, Benito, Aniceta, Enedina(+ com 2 anos), Cacilda, Enedina e Euclides. Em 1994 haviam + somente Pedro, com 3, Enedina com 2 e Benito, com 58 anos.
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2.BORTTOLO DN CHIES, * .. .. .... , casou com Júlia Bortoletti, * . . . ., e geraram 6 filhos: Antônio, * .. .. ..., João, Luiz, Agostinho, Lúcia e Maria.
Antônio e Luiz não casaram. Maria não teve filhos. Os outros três renderam 17 netos, 36 bisnetos e 30 trinetos até 1994.
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1.Antônio, que teria permanecido solteiro.
2.João casou com Maria Bernardes e geraram Alberto, solteiro; Ernestina que teve Délcio, Elza, Urbano, Durval e Nelson Bossolon; Palmira, solteira; Olga que teve Irineu(+), Ivone, Irma, Iracy, Ivan, Itamar, Iodne e Ivani ... ; e Adolfo que teve Egle e Ebe. Egle teve Éldio e Elenise Araújo. E Ebe teve Marcelo, Mônica e Marcus Petrilli.
3.Luiz também teria permanecido solteiro.
4.Agostinho casou com Angelina Matiolli e geraram Ricieri que teve Ina, Terezinha e Antônio(+). A Terezinha teve Rogério, Cláudio, Marcelo e Luciana; Aurélio que teve Cida, Nair, Angelina e Ângela, perdendo o sobrenome nos netos Carlos Alberto, Paula, Marta e Ricardo, Rosana, Aldo e João depois Gustavo, Gisele e Glauco; Ermida que teve Leonilda, Osvaldo, Leonetti, Nelson, Lourdes, Leonora e Walter e estes lhe deram os 12 netos Luiz, Lúcio e Lucivaldo, José Renato, João e Fernando, Denise, Deise e Carlos Alberto, depois Walter, Paulo Henrique e Patrícia; Hilde, solteira ; Oraide, solteira; João Antônio que teve Elizete e Eucélia; e finalmente a Izaura que também viveu solteira.
5. Lucia casou com Vicente Bernardes e geraram Atílio, Jordano, Júlia, Ida e Armando. Atílio teve Atilúlio, Mercedes, Maria, Eliza e Helena.
6. Maria não teve descendência.
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Dos 17 netos apenas 12 continuaram com o sobrenome Chies, já então Chiessi. E dos 36 bisnetos apenas 2 mantiveram o sobrenome, a Elizete e a Eucélia, que também o perderam ao casarem. Na 4ª geração extinguiu-se o sobrenome do Bortollo.
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Em 1935, quando Padre Cleto Caliman visitou a fazenda, encontrou o João, como herdeiro, com sua mãe Julia, sua irmã Maria e seu filho Adolfo, casado e com duas crianças, Egle e Ebe.
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3.GIOVANNI DN CHIES, * 1855, casou em outubro de 1883, com Regina Zanchetta, *. . . ., filha de Luiggi e Thereza Zarnardo, falecida + 08. 12.1950. Giovanni recebeu o Lote 18 e, mais tarde, comprou também o Lote 19, na Linha Amadèo, Farroupilha-Rs, onde sempre viveu. Era tanoeiro. A esposa foi Catequista. Ele, + 02.08.1933. Geraram 10 filhos: Antonio, * .. .. ...., Stela (Josehina), Angelina, Adelaide, Isabela, Maria, Luiz, Teresa, Rosa e Noema, + com 3 anos. Até 1994 haviam dado à Lúcia 61 netos, 21 bisnetos e 46 tetranetos.
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1. Antônio casou com Giuseppina Facchin e tiveram os filhos João, Giulia, Euclécia, Luiz, Stela e Pedro.
2. Stela casou com Adolfo Peccin e geraram, Antonio, Hermínia, Genoefa, José, Mário, Paulo, Danilo, Alberto, Arturo e Afonso.
3. Angelina casou com Giovanni Garafa e tiveram os filhos Antônio, Steffano, Luiz, Lucia e Terezinha.
4. Adelaide casou com Antônio Facchin e geraram Carmelinda, Vitório, João, Luiz, Giacondo, Pedro, Generino e Fortunato.
5. Isabela casou com Vitório Bettoni e geraram Constante, Silvino, Pedro João, Leonilda, Maria, Celeste, Nair, Silvino, Honorina, Aquilino, Orlindo e Leonilo.
6. Maria casou com Felice Bettoni e geraram Arduino, Irma, Zenaide, Verdues, Solindo, Lúcia e Volmir.
7. LUIZ casou com Felícita Bettoni e tiveram os filhos Lindovina, João Valdir (ver quadro seguinte), Íria Jurema, Adorindo, Zaudiles e Nercy Regina.
8. Teresa casou com Alexandre Strapazzon e tiveram os filhos Benjamin, Lonora, Albina, Ida e Zandira.
9. Rosa casou com Francisco Zabot e geraram Generino e Armindo.
10. Noema faleceu aos 3 anos de idade.
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As árvores genealógicas dos três irmãos estão no Arquivo D N, com detalhes de nomes e datas, numa gentileza de João Valdir Chies, descendente de Giovanni, residente na cidade de Farroupilha, RS.
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O casal chegou antes de 1882. Nada foi pesquisado. Apenas aparece a anotação nos livros de registro da Paróquia de Santo Antônio, de BG, no ano de 1882, fl 172 e número 78, onde se registra que
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ELE * 29.04.1862, em Servirola, Cremona, Itália, sendo irmão de Giuseppe (?). Casou aos 14.10.1882,
ELA * 28.06.1864, em Caravaggio, Bérgamo, Itália, filha de Giovanni Batista e Lucia Colpani. Não consta onde residiam, na colônia italiana.
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Pelas localidades de nascimento de ambos, vizinhas na Itália, deduz-se que já se conheciam antes de emigrar.
Falta pesquisar tudo a seu respeito: quem seria e onde estariam seus descendentes?
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Giuseppe devia ser bem conhecido em BG, ou na Paróquia, pois para uma melhor forma de identificação, Vicenzo não foi registrado filho de quem era e sim irmão de quem era! Algo muito insólito nos arquivos paroquiais. Mas quem seria este Giuseppe?
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Certamente não era o D N 1, da Linha Palmeiro, lote 131, em Caravaggio, pois este era de Santa Maria Maior, Treviso, e nasceu no mesmo ano do Vicenzo, aos 02.08.1862, a não ser que fossem gêmeos e as datas tenham sido informadas de forma imprecisa. Nada se encaixa.
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Não é filho de Giuseppe Maria, D N 7, estabelecido em Jaguarí, porque aquele era de Treviso, seu filho Pietro nasceu bem mais tarde, em 1888, e entre seus 11 filhos não há nenhum Vicenzo, que pudesse ser irmão de Pietro.
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Também não é o de Uruguaiana, D N 10, natural de Vitório Veneto, Treviso, chegado ao Brasil apenas em 1912.
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GIOVANNI, * 1830, na Itália, filho de Andrèa e Maria Bettarello, casou com (Luzia...) Maria Bristotti que faleceu aos + 23.01.1882. Viúvo partiu, então com 54 anos, para o Brasil, chegando aos 28.01.1884, com dois filhos menores: ANGELA e MARCOS. Recebeu o Lote Provisório de número 10, na Linha Camargo, parte da antiga Colônia Conde D’ Eu, depois Garibaldi, hoje denominada Marcorama.
Aos 58 anos, casou em segundas núpcias, registrando-se com o nome de João,
Os DN de Caravaggio, na Linha Palmeiro, não sabiam da existência deste DN e não eram conhecidos os descendentes de Ângela e Marcos. No entanto, por dedução, desde a Itália devia haver alguma aproximação entre todos os DN imigrados para a Serra Gaúcha.
Quanto aos Da Càs, havia no Lote 102 da Linha Palmeiro e outros
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Seria muito oportuno pesquisar os descendentes de Ângela e Marcos, em Camargo, Coronel Pilar e Caravaggio (Mato Perso), com estes sobrenomes e do sobrenome FERRI.
Referências obtidas do Arquivo Histórico do RS, no Registro de Terras e da Paróquia de Dona Isabel, no livro de casamentos, segundo os quais o nome da esposa seria LUZIA e não Maria Bristoti.
Ver no Arquivo D N Reg de Paróquias e Cartórios do RS. Nada foi pesquisado, in loco, até meados de 2010.
Árv Gen D N 4.1 - ANGELA D N
filha de Giovanni e (Luiza) Maria Bristotti, neta de Andrèa DN e Maria Bettarello, casou com Eugenio FERRI, * 15.02.1859, em Boccabinca, Parma, Itália, filho de Ignacio Ferri e Luiggia Mistura, que teria vindo ao Brasil com uma irmã, Maria, migrando para várias localidades até fixar-se em Camargo de Garibaldi, antiga Conde D’Eu, com propriedade provisória do Lote 38.
Ângela faleceu jovem, três meses após o parto de Angélica. Um incêndio destruiu o cartório de Coronel Pilar onde estavam os primeiros registros da região. Só constam os registros posteriores, do 2° casamento de Eugênio e dos filhos deste com a segunda esposa.
Do 2° casamento, aos 27.09.1893, com Ângela Perdoncini, Eugênio gerou mais 16 filhos, dois dos quais logo falecidos. Há notícias de que em 1906 residia em Santa. Juliana, Mato Perso de Flores da Cunha, RS. Anos após migrou para Nova Trípoli, hoje Colorado, Rs, residindo com um neto até falecer, aos 08.02.1927, com 68 anos, e foi sepultado naquele Município.
Os registros dos 16 filhos poderão estar nas Paróquias de Camargo, Coronel Pilar, e Caravaggio de Farroupilha, pois Mato Perso pertence a esta Paróquia.
Filhos de Angela D N Ferri
1.ERNESTO Ferri
2.MARIA Ferri
3. JOÃO Ferri, um dos seus filhos, Norberto, forneceu as informações. Ver Arq DN.
4. ANGÉLICA Ferri, órfã aos três meses.